... um traço no espaço!!!
Jonas Teixeira
10/09/2010
12/05/2010
04/05/2010
24/02/2010
04/09/2009
17/07/2009
Argumentando a proposta...
OFICINA DE VIDEO ANIMAÇÃO
Se na estrutura de um de projeto, é necessário um argumento que se debruce num convencimento de quem possa viabilizá-lo, então, me proponho a transcorrer no porquê de uma proposta de vídeo-oficina para crianças, mais especificamente animação, assim como o que envolve o uso de imagens seqüenciais enquanto linguagem, pela relação existente entre sociedade e mídia, tendo em vista a necessidade de buscarmos liberdade, no sentido mais amplo da palavra, naquilo que tange cada indivíduo em reconhecimento de si mesmo e aplicando-a em nossa vivencia. Para que revendo nossos valores, acima de tudo, possamos nos tornar capazes de perceber que respeitar toda forma de vida é respeitar a si próprio e que essa concepção possa estar na base da existência humana na terra. Claro que para atingirmos essa condição, nos é necessário percorrer outros caminhos, reformulando nossa condição mais objetiva e material, mas principalmente espiritual pelo acesso aos conhecimentos. Mas é fato que num mundo onde as imagens ditam diretrizes comportamentais para grande parte da humanidade, o entendimento a respeito dessa forma de linguagem contribuirá com certeza, para que no futuro, homens, mulheres e crianças não se submetam às sugestões mercadológicas mesquinhas e devastadoras, com as quais nossa sociedade, idólatra do consumo vem impondo a cada indivíduo, atendendo interesses que nos empurram à autodestruição e que aceitamos por falta de conhecimento e comodidade.
No entanto, quem nunca parou pra pensar a respeito do que representam as imagens em nosso cotidiano? Acredito ser interessante uma reflexão a esse respeito. Humildemente, pelo que percebo, imagens representam tudo. É como se apresenta a realidade, por isso que vejo, porque elas existem. A existência material se compõe de imagens por todos os lados, se pensarmos mais profundamente são arestas condensadas energeticamente que dão forma as coisas que ocupam o espaço. Ocorre o mesmo em nossa mente, por isso imaginamos, pois elas estão lá dentro. O fato é que estamos perdidos num imaginário. Para reforçar a importância das imagens na caminhada da humanidade, lembremos que o ser humano depois que passou a decodificá-las criou a escrita, dando um grande salto na evolução. Logo a linguagem apenas falada, a conversação, passa a ser também vista em símbolos, o que lhes permitiu muitos avanços e outros domínios. Porém, em meio a isso, foram as pinturas rupestres de nossos ancestrais que se apresentaram como forma primordial de linguagem. Por ali se transmitiam idéias, imagens reproduzidas na pedra. Mas eis que um conceito surge: linguagem cinematográfica. Não sei quando exatamente surgiu, mas com certeza muito tempo depois, já em cavernas evoluídas em concreto e vidro. No encalço da linguagem cinematográfica muita gente com “tino de mercado” percebeu a potencialidade dessa forma de expressão no que tange o envolvimento daquele que a recebe, e vivemos hoje a conseqüência de seu poder de convencimento, tornando aqueles, que os comunistas chamam de capitalistas, muito, muito ricos mesmos e as pessoas comuns, em meros consumidores de um planeta insustentável, apenas por estarem convencidos de alguns comportamentos ideais, influenciados pelas imagens vistas na TV. Algo que foi passado de forma tão real e atraente, que fez com que nos víssemos a partir delas. As reproduzimos em nosso imaginário mental, em seguida as exteriorizamos. Pensemos no tabagismo, que nunca teria alcançado essa proporção se não fosse o imaginário criado por Hollywood. Todos sabemos. Tem até marca de cigarro com esse nome. Para encurtar a conversa, esta óbvio que as imagens determinam nossas concepções, junto com outras percepções, é claro, mas é inegável a importância do uso articulado das imagens e suas conseqüências devastadoras à vida. A mídia pode se configurar numa mentira muito bem contada, e na maioria das vezes o é. E o investidor, o capitalista, o interesse mercadológico, mente para fomentar o consumo de seus produtos, quem não sabe disso? Mente na propaganda, pois é de conhecimento popular que ao ingerir bebida alcoólica, ao invés de aparentar saúde num corpo atlético se morre de cirrose e “barrigudo”. Quando se fuma, dificilmente sobra fôlego para subir no boneco da ladeira para comprar mais cigarro _ diga-se ainda, com dinheiro que poderia ter como destino os filhos_ quem dirá fazer rapel ou uma trilha em regiões de montanhas magníficas, como no comercial. E o pior! Que mesmo com uma voz ao fim do comercial a falar que fumar mata de câncer, ataque cardíaco, provoca aborto, tem veneno de rato, isso tudo não se escuta simplesmente porque as imagens agem com uma força maior na mente. Mas novamente, nada disso é novidade. Por isso que existe o poder da dita “GRANDE MÍDIA”, que de grande só tem o poder econômico, porque sua humanidade e nula. Engraçado seria se não fosse trágico! Mas, por mais difícil que seja a situação econômica de uma família, a aquisição de uma televisão se faz primordial, possibilitando os ditos dos parâmetros comportamentais e ideológicos por intermédio de seres debilitados de raciocínio que acabam por ser referência, como os são os apresentadores de qualquer programa dominical. Ao pensarmos as imagens, como instrumento de dominação, como vem sendo usada, torna fácil o entendimento de como a civilização humana, principalmente ocidental chegou a esse “desnível”, essa incapacidade de fazer com que as pessoas se percebam em vida, não conhecendo a si mesmos, agindo como seres débeis, sem amor. É o mau uso da arte pelos grandes interesses através de sons, luzes, fotografias, enquadramentos, ângulos, e outras manhas.
O que proponho não é formar um exército de roteiristas, animadores... apenas que aprendam a ler e escrever em imagens, e que se interem com as novas mídias digitais e percebam a idéia que foi construída para ser passada adiante. Pois se é atraente aos olhos uma produção cinematográfica – sem a pretensão que o termo carrega - muito mais será para as mente envolvidas a sua construção. A arte longe do desígnio da dominação passa ser da CRIAÇÃO.
PRÁTICA DA ANIMAÇÃO – AUTONOMIA E DIDÁTICA.
A animação em seu conceito carrega a condição de dar uma alma. É também arte seqüencial. E é vasta a quantidade de materiais e instrumentos que estão à disposição para envolverem as crianças com essa arte mágica. Movimentar objetos, traços, riscos, cores, pessoas, reciclar materiais, tudo é válido para conduzir a mente de um espectador através de imagens, por um raciocínio, uma reflexão a qual se queira fazer. Logo, sua construção se converte no incentivo à criatividade e à autonomia na busca pelo conhecimento, configurando-se assim, no objetivo dessa oficina. Nesse momento alguém pode pensar:_ Mas isso envolve muita tecnologia e conhecimento. Mas na verdade, É MUITO SIMPLES. Quanto à tecnologia se faz necessário apenas um computador, para que as imagens possam ser colocadas em seqüência e uma câmera fotográfica para captação das mesmas. Câmeras dessas digitais, qualquer uma, podendo ser em ultimo caso até mesmo a de um celular. De todos os requisitos os mais importantes sem dúvida todos carregam em si: A CRIATIVIDADE.
Por isso peço licença para refletir um pouco sobre esses dois pontos tão ausentes em nossa vida, principalmente a criatividade que interfere em nossa liberdade. Com efeito, a oficina permite que o tempo geralmente perdido aos “grandes interesses”, mude sua condição para transformar-se em arte, retomando o que é de todos os seres humanos: a CRIATIVIDADE. Um outro ponto positivo é que quando se CRIA, não se está reproduzindo. Falo com relação à totalidade, porque é no todo que isso se reflete e principalmente nas atitudes. Perdemos nossa capacidade CRIATIVA, porque deixamos que nos tirassem. Estamos mais cômodos assim. É só pegar o que está pronto. Fazer igual. Comprar mais um. E nos iludimos que estamos isentos da responsabilidade no que diz respeito a destruição que esse comportamento causa. Afinal “é assim que as coisas são” e “todo mundo faz”. Quem sabe seja a preguiça não nos deixe CRIAR? De fato ela vai contra as leis do universo, as leis de Deus, do CRIADOR, da CRIAÇÃO. Onde fica a liberdade, o “livre arbítrio”? Pense que no momento em que, por exemplo, CRIATIVAMENTE elaboramos um prato a partir das leguminosas mais coloridas e tons variados de verde e grãos de sabores e formas belíssimas estamos fazendo arte, e não reproduzindo o velho habito ancestral de comermos bicho morto, que quando vivo era CRIAÇÃO divina, onde o universo conspirou inteiro para que ele existisse e cumprisse seu ciclo, que foi interrompido porque resolvemos comê-lo, porque nossa vaidade não se contenta em ficar no ciclo da terra e alimentando-se do que é dado por ela. Ou em outro momento, quando CRIAMOS uma nova forma de tratarmos nossos dejetos, e não os estamos despejando nos rios, conseqüentemente dentro dos seres humanos, por conta de políticos que também não CRIAM vergonha mesmo dentro de sua lógica limitada. Ou mesmo que por nossa conta, não tenhamos CRIADO coragem para e assumirmos a responsabilidade. A CRIATIVIDADE, talvez tenha sido onde se desferiu o maior esforço por parte dessa sociedade consumista, com a intenção de atrofiar em cada individuo essa capacidade tão libertadora. Porque num gesto tão simples e agradável como o de CRIAR e pintar uma estampa numa camiseta, faz com que se deixe de consumir uma marca e por mais absurdo que pareça, como conseqüência disso não teríamos escravos amarelos, ao invés de pretos, e de olhos puxados ao invés de cabelos duros, trancafiados em navios rumo a América em pleno século XXl, de nossa contagem do tempo. Nos falta atitude! Falta-nos criatividade! Por que não dizer que nos falta animação!!!
Se na estrutura de um de projeto, é necessário um argumento que se debruce num convencimento de quem possa viabilizá-lo, então, me proponho a transcorrer no porquê de uma proposta de vídeo-oficina para crianças, mais especificamente animação, assim como o que envolve o uso de imagens seqüenciais enquanto linguagem, pela relação existente entre sociedade e mídia, tendo em vista a necessidade de buscarmos liberdade, no sentido mais amplo da palavra, naquilo que tange cada indivíduo em reconhecimento de si mesmo e aplicando-a em nossa vivencia. Para que revendo nossos valores, acima de tudo, possamos nos tornar capazes de perceber que respeitar toda forma de vida é respeitar a si próprio e que essa concepção possa estar na base da existência humana na terra. Claro que para atingirmos essa condição, nos é necessário percorrer outros caminhos, reformulando nossa condição mais objetiva e material, mas principalmente espiritual pelo acesso aos conhecimentos. Mas é fato que num mundo onde as imagens ditam diretrizes comportamentais para grande parte da humanidade, o entendimento a respeito dessa forma de linguagem contribuirá com certeza, para que no futuro, homens, mulheres e crianças não se submetam às sugestões mercadológicas mesquinhas e devastadoras, com as quais nossa sociedade, idólatra do consumo vem impondo a cada indivíduo, atendendo interesses que nos empurram à autodestruição e que aceitamos por falta de conhecimento e comodidade.
No entanto, quem nunca parou pra pensar a respeito do que representam as imagens em nosso cotidiano? Acredito ser interessante uma reflexão a esse respeito. Humildemente, pelo que percebo, imagens representam tudo. É como se apresenta a realidade, por isso que vejo, porque elas existem. A existência material se compõe de imagens por todos os lados, se pensarmos mais profundamente são arestas condensadas energeticamente que dão forma as coisas que ocupam o espaço. Ocorre o mesmo em nossa mente, por isso imaginamos, pois elas estão lá dentro. O fato é que estamos perdidos num imaginário. Para reforçar a importância das imagens na caminhada da humanidade, lembremos que o ser humano depois que passou a decodificá-las criou a escrita, dando um grande salto na evolução. Logo a linguagem apenas falada, a conversação, passa a ser também vista em símbolos, o que lhes permitiu muitos avanços e outros domínios. Porém, em meio a isso, foram as pinturas rupestres de nossos ancestrais que se apresentaram como forma primordial de linguagem. Por ali se transmitiam idéias, imagens reproduzidas na pedra. Mas eis que um conceito surge: linguagem cinematográfica. Não sei quando exatamente surgiu, mas com certeza muito tempo depois, já em cavernas evoluídas em concreto e vidro. No encalço da linguagem cinematográfica muita gente com “tino de mercado” percebeu a potencialidade dessa forma de expressão no que tange o envolvimento daquele que a recebe, e vivemos hoje a conseqüência de seu poder de convencimento, tornando aqueles, que os comunistas chamam de capitalistas, muito, muito ricos mesmos e as pessoas comuns, em meros consumidores de um planeta insustentável, apenas por estarem convencidos de alguns comportamentos ideais, influenciados pelas imagens vistas na TV. Algo que foi passado de forma tão real e atraente, que fez com que nos víssemos a partir delas. As reproduzimos em nosso imaginário mental, em seguida as exteriorizamos. Pensemos no tabagismo, que nunca teria alcançado essa proporção se não fosse o imaginário criado por Hollywood. Todos sabemos. Tem até marca de cigarro com esse nome. Para encurtar a conversa, esta óbvio que as imagens determinam nossas concepções, junto com outras percepções, é claro, mas é inegável a importância do uso articulado das imagens e suas conseqüências devastadoras à vida. A mídia pode se configurar numa mentira muito bem contada, e na maioria das vezes o é. E o investidor, o capitalista, o interesse mercadológico, mente para fomentar o consumo de seus produtos, quem não sabe disso? Mente na propaganda, pois é de conhecimento popular que ao ingerir bebida alcoólica, ao invés de aparentar saúde num corpo atlético se morre de cirrose e “barrigudo”. Quando se fuma, dificilmente sobra fôlego para subir no boneco da ladeira para comprar mais cigarro _ diga-se ainda, com dinheiro que poderia ter como destino os filhos_ quem dirá fazer rapel ou uma trilha em regiões de montanhas magníficas, como no comercial. E o pior! Que mesmo com uma voz ao fim do comercial a falar que fumar mata de câncer, ataque cardíaco, provoca aborto, tem veneno de rato, isso tudo não se escuta simplesmente porque as imagens agem com uma força maior na mente. Mas novamente, nada disso é novidade. Por isso que existe o poder da dita “GRANDE MÍDIA”, que de grande só tem o poder econômico, porque sua humanidade e nula. Engraçado seria se não fosse trágico! Mas, por mais difícil que seja a situação econômica de uma família, a aquisição de uma televisão se faz primordial, possibilitando os ditos dos parâmetros comportamentais e ideológicos por intermédio de seres debilitados de raciocínio que acabam por ser referência, como os são os apresentadores de qualquer programa dominical. Ao pensarmos as imagens, como instrumento de dominação, como vem sendo usada, torna fácil o entendimento de como a civilização humana, principalmente ocidental chegou a esse “desnível”, essa incapacidade de fazer com que as pessoas se percebam em vida, não conhecendo a si mesmos, agindo como seres débeis, sem amor. É o mau uso da arte pelos grandes interesses através de sons, luzes, fotografias, enquadramentos, ângulos, e outras manhas.
O que proponho não é formar um exército de roteiristas, animadores... apenas que aprendam a ler e escrever em imagens, e que se interem com as novas mídias digitais e percebam a idéia que foi construída para ser passada adiante. Pois se é atraente aos olhos uma produção cinematográfica – sem a pretensão que o termo carrega - muito mais será para as mente envolvidas a sua construção. A arte longe do desígnio da dominação passa ser da CRIAÇÃO.
PRÁTICA DA ANIMAÇÃO – AUTONOMIA E DIDÁTICA.
A animação em seu conceito carrega a condição de dar uma alma. É também arte seqüencial. E é vasta a quantidade de materiais e instrumentos que estão à disposição para envolverem as crianças com essa arte mágica. Movimentar objetos, traços, riscos, cores, pessoas, reciclar materiais, tudo é válido para conduzir a mente de um espectador através de imagens, por um raciocínio, uma reflexão a qual se queira fazer. Logo, sua construção se converte no incentivo à criatividade e à autonomia na busca pelo conhecimento, configurando-se assim, no objetivo dessa oficina. Nesse momento alguém pode pensar:_ Mas isso envolve muita tecnologia e conhecimento. Mas na verdade, É MUITO SIMPLES. Quanto à tecnologia se faz necessário apenas um computador, para que as imagens possam ser colocadas em seqüência e uma câmera fotográfica para captação das mesmas. Câmeras dessas digitais, qualquer uma, podendo ser em ultimo caso até mesmo a de um celular. De todos os requisitos os mais importantes sem dúvida todos carregam em si: A CRIATIVIDADE.
Por isso peço licença para refletir um pouco sobre esses dois pontos tão ausentes em nossa vida, principalmente a criatividade que interfere em nossa liberdade. Com efeito, a oficina permite que o tempo geralmente perdido aos “grandes interesses”, mude sua condição para transformar-se em arte, retomando o que é de todos os seres humanos: a CRIATIVIDADE. Um outro ponto positivo é que quando se CRIA, não se está reproduzindo. Falo com relação à totalidade, porque é no todo que isso se reflete e principalmente nas atitudes. Perdemos nossa capacidade CRIATIVA, porque deixamos que nos tirassem. Estamos mais cômodos assim. É só pegar o que está pronto. Fazer igual. Comprar mais um. E nos iludimos que estamos isentos da responsabilidade no que diz respeito a destruição que esse comportamento causa. Afinal “é assim que as coisas são” e “todo mundo faz”. Quem sabe seja a preguiça não nos deixe CRIAR? De fato ela vai contra as leis do universo, as leis de Deus, do CRIADOR, da CRIAÇÃO. Onde fica a liberdade, o “livre arbítrio”? Pense que no momento em que, por exemplo, CRIATIVAMENTE elaboramos um prato a partir das leguminosas mais coloridas e tons variados de verde e grãos de sabores e formas belíssimas estamos fazendo arte, e não reproduzindo o velho habito ancestral de comermos bicho morto, que quando vivo era CRIAÇÃO divina, onde o universo conspirou inteiro para que ele existisse e cumprisse seu ciclo, que foi interrompido porque resolvemos comê-lo, porque nossa vaidade não se contenta em ficar no ciclo da terra e alimentando-se do que é dado por ela. Ou em outro momento, quando CRIAMOS uma nova forma de tratarmos nossos dejetos, e não os estamos despejando nos rios, conseqüentemente dentro dos seres humanos, por conta de políticos que também não CRIAM vergonha mesmo dentro de sua lógica limitada. Ou mesmo que por nossa conta, não tenhamos CRIADO coragem para e assumirmos a responsabilidade. A CRIATIVIDADE, talvez tenha sido onde se desferiu o maior esforço por parte dessa sociedade consumista, com a intenção de atrofiar em cada individuo essa capacidade tão libertadora. Porque num gesto tão simples e agradável como o de CRIAR e pintar uma estampa numa camiseta, faz com que se deixe de consumir uma marca e por mais absurdo que pareça, como conseqüência disso não teríamos escravos amarelos, ao invés de pretos, e de olhos puxados ao invés de cabelos duros, trancafiados em navios rumo a América em pleno século XXl, de nossa contagem do tempo. Nos falta atitude! Falta-nos criatividade! Por que não dizer que nos falta animação!!!
18/06/2009
15/06/2009
12/06/2009
O Erê
O Erê é o protagonista de uma história desenvolvida durante um tópico oferecido pelo LAPIS- Laboratório de Pesquisa em Imagem e Som, vinculado ao departamento de História da UFSC- Universidade Federal de Santa Catarina, no ano de 2008.
O Erê foi trazido da África junto à sua mãe e já na chegada, durante o leilão. Os dois foram condenados a separação e a viver situações de escravidão diferentes. Eles só queriam estar juntos, não importa onde, nem como...
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